INFORME FUI

 

PARQUES E JARDINS PELO MUNDO

 

Dos mais conhecidos aos de inesperada beleza, gosto muito de procurá-los mundo afora. Os parques e jardins das cidades sempre se apresentam como boas idéias para um passeio, um “respiro” ou também como uma maneira simpática e agradável de travar alguma conversa com os residentes, conhecer seus hábitos, observar seus prazeres, etc.

Como exemplo de grandes parques que me encantaram por algum motivo, poderia falar do imenso Vodelpark em Amsterdã, uma espécie de Central Park novaiorquino, onde você poderá se deparar com quase todos e quase tudo! É muito freqüentado pelos locais e também turistas, e há lagos, vegetação exuberante, muitos e variados praticantes de esportes, música ao vivo no verão, etc. É sem dúvida uma interessante maneira de entender o “modus vivendi” dos holandeses, assim como o Parque do Retiro em Madrid, ambos, ícones dessas duas cidades.  E falando na capital espanhola, há mais dois parques igualmente grandes e que me chamam a atenção: um é o Parque do Oeste, uma enorme área muito arborizada, que surpreende por ali se encontrar um autêntico templo egípcio do século II ac.  Curioso, não? O outro é o Campo del Moro, esse atrás do Palácio Real e de grandes proporções, oferece uma visão espetacular do Palácio por um ângulo não muito conhecido.

O outro lugar que gosto de passear nesses arredores, são os lindos e agradáveis Jardins de Sabatini, que foram inspirados nos jardins franceses de Versailles (ver Informe Fui Versailles).

Satisfação igual é a de andar pelo Parque 3 de Febrero em Palermo, Buenos Aires, em especial pelo El Rosedal, uma maravilha de lugar muitíssimo bem cuidado com uma bela coleção de rosas (daí o nome), alamedas confortáveis, em um cenário que convida ao relaxamento e a contemplação, e claro, as boas fotos!

Há muitos jardins que se encontram dentro de palácios, como por exemplo na Turquia, no Palácio de Topkapi em Istambul, onde há numerosas porções de áreas verdes com extensos gramados, e o atestado da vocação desse povo pelo cultivo de flores, em especial pelas tulipas, originárias da pérsia, que perfumam o ar e colorem os pátios e jardins. Atente para as tulipas negras, de original beleza.

Há um outro jardim desta vez em Fiesole, comuna toscana, que é um dos meus lugares prediletos: o complexo Bardini e Peyron, em particular a Villa Peyron. Há uma atmosfera mágica nessa vila em meio a um bosque denso de ciprestes, que vai descendo em “terrazzas”, camadas de planos verdes, com belos adornos, piscina, pequenos lagos e fontes... um deleite!


Fotos: Angela Güzey

  

Não poderia deixar de falar de outro tipo de jardim que sempre que posso, quero conhecer nas cidades que visito: os jardins botânicos e os zoológicos. Um jardim botânico que recomendo é o de Amsterdã, um dos mais antigos do mundo e que tem em seu acervo espécies raras e surpreendentes. É pequeno e fácil de visitar.

Dos jardins zoológicos, destaco o da Antuérpia com quase seis mil espécies de animais (um dos maiores de toda Europa!) Numa área muito agradável, bem sinalizada e com boa informação sobre os espécimes, é coincidentemente, também um dos mais antigos do mundo.

Outro, mais perto dessa vez, o de Buenos Aires, tem uma peculiaridade: algumas aves e outros bichinhos de pequeno porte, andam soltos pelo jardim e podem ser alimentados com rações apropriadas compradas por lá mesmo. Diversão para adultos e crianças, não é mesmo?
Bom passeio e muitas fotos!

ANGELA  GÜZEY - é psicóloga por vocação, e viajante e fotógrafa por paixão -

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