PERU

 

Puno 

“Contemple as intermináveis águas do Titicaca e descubra a beleza de seus festivos povoadinhos de mil cores”. Desde o barco Yavarí, ancorado na baía, nas lisas águas do lago Titicaca, é possível ter uma excelente vista da cidade de Puno, com as ruas subindo pelos morros, acariciando suas cismas, tratando aparentemente de chegar ao céu (esse outro grande lago).
As pessoas chegam a Puno com uma impressão e saem com outra, mais autêntica e permanente. Talvez seja a fascinante presença do Titicaca, cujas cintilantes águas originaram milenárias lendas. Ou de repente as magníficas chullpas (gigantescos monumentos funerários) de Sillustani.
Também é difícil esquecer o esplendor de suas igrejas, como a do Santo Domingo, em Chucuito, que data 1534, a primeira e a mais antiga do altiplano. E é possível também, que o encanto de Puno resida nos seus moradores, não só na sua discrição, mas também em sua alegria, e na forma de receber os visitantes. Ou em tudo isto junto.
Puno é uma terra que nunca deixa de surpreender. Talvez, por seus telhados de alumínio, que competem em luminosidade com o azul prateado do Titicaca ou por se uma cidade que ainda mantém viva esse ar provincial, sua alma aymara e quéchua, e uma lendária vinculação com seu máximo tesouro, o lago sagrado dos incas e suas magníficas ilhas, onde a magia na atmosfera brinda aos lhos dos visitantes um brilho especial.
Mas não tudo é contemplação, Puno é uma cidade com animação quase todos os dias do ano. É difícil que não haja uma festa, como a incomparável Candelária, agitando o ar carregado de altiplano.
Com pomposas vestimentas, disfarces e máscaras, os dançarinos fazem contorções ao ritmo da música que brota dos bombos e zampoñas (flauta andina), como agradecendo a terra e ao céu pelas bondades deste inigualável lugar às margens do Titicaca.

 

Chiclayo

“Visite Chiclayo e reviva as lendas dos poderosos senhores que povoaram suas terras entre o deserto e o mar”. Chiclayo, capital de Lambayeque, possui a uns passos, magníficas praias, luxuosos complexos arqueológicos e plácidos refúgios de vida silvestre.
Sobre a pele do deserto e no meio dos vales levantam-se pirâmides sagradas. No entanto, foi só em 1987, quando foi descoberto o Senhor de Sipán (o enterro mais pomposo da América) que se tomou consciência da importância destas huacas, aparentemente descuidada por fora, mas magníficas por dentro. Como as de Sicán, Túcume e Chotuna. Este resgate cultural trouxe como conseqüência o aparecimento de notáveis museus, uns dos melhores do Peru, como os vanguardistas Tumbas Reais de Sipán e o de Sicán. Não tão visível como as huacas, mas da mesma importância, é a notória cozinha lambayecana que usa recursos ancestrais, como o zapallo loche (um tipo especial de abóbora) e a chicha de jora (aguardente de milho). E certamente o grande carinho dos moradores provém também da essência dos séculos, da memória genética dos antigos mochicas. A história, carregada de ar marinho, está também presente nas angras dos pescadores de Pimentel e Santa Rosa, onde os caballitos de totora, (embarcações de pesca) de 3 mil anos de antiguidade, regressam ao litoral sob a luz alaranjada do crepúsculo.
Um lugar que mistura história e natureza é o bosque de Chaparrí, a uma hora e meia de Chiclayo, um paraíso na terra. Aí é possível ver, sob o céu e entre os algarrobos, além de ursos, veados e pumas, também antigos santuários com refinadas pinturas rupestres.

 

Cajamarca

“Desfrute Cajamarca, uma cidade cheia de tradição, colorido e bucólico encanto”. Cajamarca reúne três ingredientes que a convertem num destino inesquecível: lindíssimas paisagens e uma rica história.    
Esta acolhedora campinha de um nobre coração andino saberá dar do que uma grata insinuação a quem se aproxime em busca de acariciantes paisagens ou de sensível memória histórica. Campos de verdes pastos, prodígios do melhor gado bovino, dos melhores queijos e da melhor produção lacta do país, são o cenário em que se vê encravada uma encantadora cidade de grande talante, a singular Cajamarca. Imperdível sua tricentenária Catedral, com um inconfundível artifício barroco; ou a igreja de Belén, a qual mistura o barroco, o gótico e o renascentista, ou o célebre Quarto do Resgate, onde o inca Atahualpa pagou cara sua ingenuidade com ouro e prata de inapreciável valor. E tudo isso, sem necessidade de dar muitas voltas, tudo mesmo com centro da cidade.
Entretanto, se quiser sair do centro urbano e conhecer um pouco mais, a recompensa promete ser bastante generosa, pois pode encontrar lugares fantásticos como o Banho do Inca, o complexo arqueológico de Ventanilhas de Otuzco, as paragens arborizadas da Granja Porcón, onde correm vicunhas e veados, ou as acolhedoras e coloridas comarcas camponesas de Celendin e Llacanora. Se for amante da aventura, sem duvida deve visitar Cumbemayo alucinante bosque de pedra que contém petróglifos aquedutos, num verdadeiro esbanjamento de notável história, deleite e saudável orgulho pela amada terra natal.

 

Tarapoto

“Deleite-se dando cordas aos seus sentidos nesta terra de lagoas e fantásticas cataratas”. A diferença de outras cidades de nossa cálida Amazônia, Tarapoto é privilegiada pelo seu fácil acesso e por ser um excelente enlace com outras cidades e povoados vizinhos.
Dizem que há lugares não aptos para cardíacos, e em Tarapoto isso deverá ser levado s sério, pois a alegria, a atmosfera tropical e seu mágico colorido buscarão maliciosamente penetrar e se e se instalar definitivamente no coração do viajante até colapsar de puro encanto. E é certo, pois uma cidade como esta, rodeada de verde e abrupta paisagem florida, sob o olhar de um céu colorido com externos matizes, não poderia deixar por menos essa emoção aos seus visitantes.

Os que a chamam “terra das cataratas”, realmente não se equivocam, pois entre seus principais atrativos são estão, precisamente, algumas das mais belas e importantes quedas d’água de nosso país.
Aí estão às cataratas de Aguashiyacu, no emblemático Cerro Escalera; as de Huacamaíllo, no delicioso distrito vinícola de San Antonio de Cumbaza, ou as Tununtunumba, em Chazuta. Seria impossível participar desta aventura sem uma câmara fotográfica ou passar por aí com pouca emoção no coração. Mas se isso acontecesse, uma visita à linda lagoa Azul ou no Lago Lindo, com sua fascinante e serenas águas cristalinas; o admirável complexa arqueológico de Gran Pajatén, ao encantador povoado mestiço de Lamas ou à cidade de Moyobama, capital do departamento de San Martín, com suas 2.500variedades de orquídeas, terminará de aclimar o coração e dar a sensação de certeza de que não é preciso continuar buscando, mas sim poder apaziguar os sentidos e a alma inquieta.

 

Puerto Maldonado, Manu e Tambopata
“Desperte seus sentidos e goze plenamente de um verdadeiro paraíso de biodiversidade”.

 

Assistir ao espetáculo de uma riqueza natural em toda sua magnitude, tal e como acontece em Madre de Dios, é algo realmente único em seu gênero. E, para falar a verdade, não poderia ser menos para falar deste exótico lugar, que reúne em seu profundo território algumas das mais belas áreas naturais do país.

 

O Parque Nacional Del Manu é um dos laboratórios e albergues de vida silvestres mais venerados de todo o planeta. E não é para menos, pois no interior de inquietantes paisagens subtropicais, se desenvolvem uma ingente variedade de espécies animais e vegetais, muitas delas em perigo de extinção. Descobrir, por exemplo, que no Manu  convivem mais 800 espécies de aves, quase 200 classes de mamíferos, ou inclusive mais de cem variedades de morcegos, é algo simplesmente apaixonante.   


                                                             


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Mas sensível beleza em Madre de Dios parece não se esgotar nunca. A poucos minutos de Porto Maldonado, sua calorosa cidade capital, nos emociona saber que na Reserva Nacional de Tambopata nos deparam novas surpresas. Com um território menor que o Manu, esta reserva tropical é também toda uma jóia de biodiversidade e possui excelentes albergues com todas as comodidades. Com uma impressionante variedade de aves, mamíferos, répteis, anfíbios, peixes e borboletas imersas neste paraíso, nos fazem reconhecer que o Peru não é apenas um país megadiverso. É um país desenhado para os cinco sentidos.

A Amazônia faz do Peru um dos principais países megadiversos, não é nenhum segredo. Que em suas impressionantes áreas naturais nos aguardam muitos e apaixonantes segredos, também não.

 

Chachapoyas

“Atreva-se a descobrir os inumeráveis mistérios que alberga Chachapoyas”. Chachapoyas, capital de Amazonas, é o ponto de chegada a esta que não deixa de assombrar o mundo por seus extraordinários descobrimentos como a catarata de Gocta, a terceira mais alta do planeta.
Bastará apenas um piscar de olhos para ficar definitivamente enfeitiçado pelo encanto de Chachapoyas. Uma cidade ainda envolvida por um véu de mistério. Poucos a conhecem e poucos sabem da beleza de suas ruelas, do virtuosismo de suas numerosas confeitarias, e dos pátios das casas decorados com orquídeas. Chachapoyas possui um ambiente arquitetônico de uma metrópole serrana, mas com aroma de selva.
À altura de Machu Picchu, os dois mil anos de Kuélap, suas muralhas de vinte metros de altura, e seus deliciosos frios de pedra, tornam essa cidadela o símbolo emblemático da cultura dos Chachapoyas. Mas como amostra, Kuélap é apenas um botão. Ao longo do generoso vale de Utcubama encontrará dispersas centenas de restos arqueológicos: riqueza histórica somente comparável com o Cusco. São especialmente impactantes e até termos, os monumentos deixados como culto aos mortos: mausoléus e sarcófagos pendendo dos abismos. Assim como as altivas estátuas de dois metros de Karajía.
Os ceramistas estão em Huancas, as fiadeiras em Colcamar, a tradição em Jalca Grande, e os queijos e iogurtes em Leimebama, simpático povoado que alberga o Museu Mallqui, onde se exibem estéticos fardos funerários e outras riquezas culturais descobertas na Lagoa dos Condores.

 

Piura e Tumbes
“Deixe-se seduzir pelo extremo norte peruano. Apaixone-se pelas suas praias e por sua  natureza”. O norte peruano é pletórico no que se refere à riqueza natural e ao deleite. Com praias serenas que se perdem no horizonte e densos bosques de mangue que se traduzem em um canto à diversidade.
 Se tiver sorte de viajar por terra passando pelo litoral de Piura e Tumbes, sem dúvida a sua vista se perderá nos encantos e feitiços do nosso mar nortenho. Um dos principais atrativos destas calorosas paragens é a certeza, o legendário balneário de Máncora, com essa peculiar e dominante combinação de curtidos lobos do mar, surfistas, entusiastas grupos familiares, e assíduos visitantes de diferentes cantos do mundo que algum dia descobriu ou lhes contaram que em Máncora o sol nunca passa de moda. Todo ano é verão.
 Esta franja litoral é realmente generosa. Assim como Máncora, outras monumentais praias piuranas como Colán, Lobitos, Cabo Blanco ou Órganos, também tem muito a oferecer e para presentear se de beleza natural e prazer se trata. Mas, se isso parecer pouco, não podemos esquecer que também o litoral tumbesino tem reservado para seus visitantes passagens preferenciais para suas mais lindas praias, como a moderna Punta Sal, o tradicional Zorritos ou Porto Pizarro, para visitar os bosques de mangue e sua incrível fauna que inclui maravilhosas aves e até crocodilos. E tudo isso deliciosamente matizado com um famoso dom culinário de especialidade marinha que embeleza até os mais exigentes paladares.

 

Huaraz
“Ascenda à cima dos Andes peruanos em Áncash. Conheça Huaraz e a grandeza de seus povoados: os de ontem e os de hoje”. Áncash é a região dos esportes de aventura no Peru. Com numerosas ofertas de equipamentos de acampamento, para aluguel e venda, e as agencias comerciais que indicam rotas de caminhadas, canoagem, ciclismo e asa delta.
Não existe nenhuma outra capital do departamento com uma vista tão espetacular como a de Huaraz. Olhando ao norte pode se ver um perfil que parece uma imensa bola de sorvete: é o Huascarán que empina a sua distância, seus 6.768 metros de altura. Como o Huascarán, mais de trilhas nevados superam os 6 mil metros de altura na chamada Cordilheira Branca. A seus pés está o Callejón de Huaylas, pitoresco vale interandino, cujas encantadoras aldeias estão feitas à medida humana: e o encanto é percorrê-los a pé para se deleitar com sua beleza.
Mas, o que realmente chama atenção do visitante são os nevados, entre eles o Alpamayo, considerado por alguns, como o mais lindo do mundo. A felicidade é completa com o prateado rio Santa correndo em direção ao Pacífico, e a estrada rodeada por eucaliptos e  pelas flores de retama, (spherocarpa) com seu intenso amarelo.
O Yerupajá (6634 m.) é o nevado distintivo da espetacular Cordilheira Huayhuash, reconhecida pelos expertos como uma das cadeias montanhosas mais lindas do mundo, atravessando a importante paisagem da Cordilheira do Andes, e como se fosse uma viagem no tempo, se chega a Chavin de Huántar, magnífico conjuntos de templos pré-hispânicos, declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. Suas complexas estruturas, praças e galerias subterrâneas dão evidencia de ter sido um lugar sagrado.

 

Ayacucho
“Conheça Ayacucho, percorra suas igrejas e leve uma lembrança das extraordinárias mãos de seus artesãos”. Chamada a capital do Artesanato do Peru, pelos coloridos e elaborados retábulos e pela beleza das escrituras de pedra de Huamanga, em Ayacucho também podem ser encontrados excelentes trabalhos em couro repuxado e até corno burilados que representam cenas campestres.
Batizada como Ayacucho por Simon Bolívar, quase todos insistem em chamar pelo seu nome originário, Huamanga. Cordial e tranqüila metrópole, onde se pode buscar a Deus no rosário das igrejas, bater-papo sob o frescor dos pátios ensolarados, e distrair a fome com as chaplas, pão tradicional sem miolo.
A praia principal de Ayacucho é a única no Peru que está rodeada por arcarias de pedra pelos quatros lados. Alguns momentos como a igreja de San Cristóbal datam 1540, ano da fundação da cidade. E, apesar de que nos últimos anos, apareceram restaurantes modernos nas empedradas ruas do centro, o que destaca é a magnificência  de alguns velhos casarões que guardam correspondência com a bela arquitetura religiosa.
É difícil não sentir um estremecimento no Santuário Histórico da Pampa de Ayacucho, ao se encontrar de repente com a história nesse extenso pastiçal  natural onde em 1824 foi selada a Independência do continente americano. E, a poucos minutos, o povoado de Qu Inua , com as casas brancas e ruas tranqüilas, nos devolve novamente a tranqüilidade para apreciar serenamente o trabalho experto de artesãos que perpetua a tradição ceramista dos antigos wari.
Ayacucho é uma terra de paz e esperança de tempos melhores.           

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