Principais Festividades Folclóricas do Peru


Fevereiro
Puno: Virgem da Candelária, Padroeira da cidade de Puno. Você poderá apreciar durante uma semana o espetáculo de quase 80 grupos dançarinos ataviados com seus trajes típicos multicores acompanhados de bandas de músicos, e confundir-se com o povo dançando as famosas danças “La Diablada”, “Morenada” e “Sicuris”.

Março • Abril

Ayacucho: Semana Santa. A mais imponente celebração da Semana Santa no Peru se celebra em Ayacucho.

Junho
Cusco: Corpus Christi. Uma das festas religiosas folclóricas mais bonitas em que se adora a hóstia consagrada em uma belíssima custódia de ouro com pedestal de prata.

24 de Junho em Cusco: Inti Raymi ou Festa do Sol. Solene festividade que nos tempos do Império se realizava durante o solstício de inverno em homenagem ao astro rei e que atualmente se recria e encena a cada 24 de Junho em quíchua, tendo como cenário a fabulosa planície de Sacsaywaman, em um impressionante espetáculo de cores, cânticos e danças que envolvem de magia todos os espectadores.


Julho
15 de Julho em  Cusco: Virgem de Carmem. Uma das mais belas festas de dança e música se encontra em Paucartambo em honra a Mamacha Carmen.
28 de Julho em todo Peru: Festas Pátrias. Festa Nacional e celebração da Independência do Peru do domínio espanhol.


Outubro
Lima: O Senhor dos Milagres. A maior manifestação popular do fervor religioso na América se reflete nesta maciça Procissão de Cristo de Pachacamilla que percorre as ruas de Lima em um andar de prata de aproximadamente 1000 kg.


Novembro
Puno:

1 de Novembro: Semana de Puno
4 de Novembro : Aniversário de Puno
5 de Novembro : Manco Capac e Mama Ocllo.
Acompanhada de danças típicas se oferece uma representação teatral do surgimento das águas do Lago Titicaca de Manco Capac e Mama Ocllo, fundadores da Dinastia do Império Inca.


Glossário de Termos Andinos


Amauta: Mestre Andino encarregado de manter, desenvolver e transmitir os conhecimentos culturais, filosóficos, científicos e sacerdotais.

Apus: Espíritos das montanhas sagradas do Peru.

Ayini: Princípio sagrado e espírito da reciprocidade.
 
Hatun Nan: Caminho Sagrado – Caminho Grande. Nome pelo qual os místicos peruanos conhecem o Caminho Inca que chega a Machu Picchu.

Inca: Rei. Era o resumo político e religioso de todo o Tawantinsuyo. Soberano absoluto e Filho do Sol.

Inti: Considerado como o deus Sol e ancestral dos Incas.

Koricancha: Santuário dedicado ao Deus Inti, cujas paredes estavam recobertas de lâminas de ouro. A imagem central era o Grande Disco Solar e ao seu redor estavam as demais capelas das divindades menores do céu.
Pachamama: Mãe Terra (vinculada a energia feminina).

Pachatata: Pai Terra (vinculada a energia masculina).

Pagamento à terra: Rito e oferenda em que a Terra cobra grande importância simbólica. Este mesmo pagamento se rende aos Apus, espíritos das montanhas.
Qhapaq Ñan: Caminho Real que une as principais cidades Incas.

Tawantinsuyu: Nome dado pelos incas ao seu império, que abrangeu um enorme e variado território, desde a serra a norte do Equador ao rio Maipo, no Chile e desde o Oceano Pacífico até a vertente oriental dos Andes. Seu centro estava em Cuzco, no qual irradiavam caminhos até as quatro regiões do império.

Wiracocha: Divindade paradigma da ordem universal andina.

Inti Raymi: “Festa do Sol”. Solene festividade que nos tempos do império de realizava durante o solstício de inverno em homenagem ao astro rei e que atualmente se recria e encena a cada 24 de Junho em quíchua, tendo como cenário a fabulosa planície de Sacsaywaman, em um impressionante espetáculo de cores, cânticos e danças que envolvem de magia todos os espectadores.

Sugestões para o mal de altitude
Espere o organismo aclimatar-se: quando se viaja para cidades acima de 2500 metros, como La Paz ou Cusco, o corpo pode apresentar sintomas como tontura, dor de cabeça e palpitações. São necessários pelo menos dois dias para que eles diminuam. Nesse período, siga o antigo ditado pacenho: “Andar despacito, comer poquito, dormir solito”.
Beba muita água: o corpo pede mais líquido na altitude. Recomenda-se ingerir de 3 a 4 litros de água por dia.
Faça apenas caminhadas leves nos primeiros dias: mesmo assim, se ficar muito cansado, pare e descanse. Caso continue ofegante, volte para o hotel e relaxe.
Não beba álcool e não fume: bebidas alcoólicas desidratam e podem piorar a sensação de tontura e as náuseas. E seu pulmão já estará fazendo o maior esforço para respirar, o cigarro só piora a situação.
Tome chá coca: o produto industrializado é vendido em saches. Além de amenizar os sintomas, o chá é digestivo e diurético. Também há medicamentos que podem ser usados para o mal-de-altitude. Consulte seu médico antes de viajar.

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INFORMAÇÕES SOBRE A BOLÍVIA


Bolívia é a expressão da revalorização das culturas pré-colombianas e a capacidade dos povos originários de mostrar a riqueza patrimonial etnográfica e a biodiversidade ecológica presente em todo o território nacional, desde a Amazônia até os Andes. A Bolívia constitui um dos recursos turísticos mais ricos do mundo: conta com 32 grupos étnicos com expressões vivas de sua diversidade cultural, 1.340 atrativos turísticos em todo o país, 300 sítios arqueológicos, 66 dos 112 ecossistemas existentes (está entre os 8 países com maior biodiversidade do mundo) 31 áreas protegidas em Parques Nacionais, Reservas, Estações Biológicas e Santuários de Vida Silvestre; existem igrejas coloniais e missões jesuíticas do século XVIII declaradas Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, recursos naturais declarados também como Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO. Uma experiência autêntica, única e inesquecível na vida, uma extraordinária diversidade cultural, aventura e contato com a história colonial, o folclore e as expressões culturais, a mística andino-amazônica, um grande contraste com diversidade de solos ecológicos e variedade em flora e fauna, tradições ancestrais enraizadas em um povo e ecossistemas intactos.
Salar de Uyuni: É impossível não ter a sensação de infinito no Salar de Uyuni, um deserto de sal a mais de 3600 metros de altitude. Os olhos urbanos buscam, ao longe, um horizonte que não encontram. E, para completar, quando o deserto de sal está inundado, na época chuvosa (de dezembro a março), as águas transformam-se em um espelho e refletem o céu e as nuvens, tornando o espetáculo ainda mais fascinante. Diversas agências turísticas em Uyuni (que está a cerca de 600 quilômetros de La Paz) têm passeios ao Salar. Geralmente organizam tours de um, dois, três ou quatro dias. Como o deserto de 12 mil quilômetros quadrados é apenas um dos atrativos da região, vale a pena optar pelo passeio mais longos.

É importante saber
Quando ir?

Bolívia é um país muito diversificado e isto se manifesta também em seu clima. O clima varia segundo a altitude. No altiplano (La Paz, Oruro, Potosí) é muito seco, ensolarado de dia (Junho a Setembro), nublado com possibilidade de precipitações (no resto do ano) e frio de noite. O intervalo de temperaturas pode ser de 8ºC a 15ºC de dia a 0ºC a 6ºC de noite e em algumas regiões como os Lipez no inverno podem chegar a -20ºC. Nos vales interandinos (Los Yungas ou Zongo) e em terras baixas como Santa Cruz a temperatura é morna e muito úmida, enquanto que os vales como Cochabamba ou Sucre tem um clima temperado ao longo do ano, incluindo no inverno. Qualquer época é boa para visitar o país mesmo que o maior movimento de turistas se de na época seca de Maio a Outubro.

Moeda

A unidade monetária é o Boliviano (BS), mas os dólares são aceitos na maioria das lojas e serviços nas grandes cidades. Se for viajar a lugares distantes, recomendamos levar bolivarianos em cédulas fracionadas. A troca de dólares para bolivarianos pode ser realizada em bancos e agências de câmbio de divisas, embora os euros somente podem ser trocados em agências de câmbio, e no momento, em um só banco da Bolívia, o Banco Bisa.
As casas de câmbio costumam oferecer melhores tipos de câmbio que hotéis e bancos.

O que comer?
A comida varia segundo a região. Em terras altas podemos encontrar comidas elaboradas a base de batata (na qual encontraremos uma assombrosa variedade), a quinua, a carne de lhama, de vaca e cerdo e a truta proveniente do Lago Titicaca. Nos vales é onde há a maior variedade de pela abundância de cultivos. Nas terras baixas encontramos grande variedade de pescados, abundante carne de vaca e são típicos os acompanhamentos de arroz, banana e iúca. Mesmo que o picante costume vir à parte, em uma salsa chamada llahjua, se não gosta de picante é conveniente consultar antes de escolher um prato.

Idioma
O idioma oficial é o espanhol, contudo, as estáticas falam que 12,6% da população boliviana não fala castelhano. Estas cifras são ainda maiores em pessoas acima dos 20 anos. As línguas mais faladas depois do castelhano são o aymara e o quéchua, que são faladas em terras altas e nos vales. Nas terras baixas existe também uma grande variedade de línguas como o mojeño, o yuracaré ou o Guarayos.

Saúde
Desde Março de 2008 é obrigatória a vacina de febre amarela. Recomenda-se beber sempre água mineral engarrafada, evitar as comidas em postos de rua e lavar sempre frutas e verduras.Recomenda-se levar remédios para diarréia e medicamentos necessários para uso pessoal, assim como protetor solar com alto fator de proteção e repelente contra mosquitos.

Eletricidade
Predominantemente 220V e 110V nas casas antigas, ainda que esta última esteja cada vez mais rara.

Fuso Horário: GMT -4

Documentação e Vistos
Brasileiros não necessitam de visto para permanência de até 90 dias. Para Brasileiros e cidadãos do Mercosul e Países Andinos é altamente recomendável viajar com a vacina contra febre amarela internacional .  O embarque pode ser realizado com passaporte válido por no mínimo seis meses ou carteira de identidade. 




      
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