Informações
Cingapura e Malásia


CINGAPURA
Cingapura é uma pequena e próspera ilha asiática de clima tropical que abriga em seu território uma densa população multicultural. Na ilha convivem a antiguidade e a modernidade com singular astucia, entre pessoas de diversas origens raciais que evidenciam sua cultura tanto na arquitetura como na religião, festividades e culinária.

Vistos Consulares: Brasileiros obtém na chegada, um passe de visita social (turismo), para uma estadia de 14 ou 30 dias - Prorrogáveis por até 3 meses -. Para embarcar é necessário o certificado de vacina de febre amarela internacional.
 
Geografia
Cingapura é uma pequena ilha muito urbanizada do Sudeste de Ásia, localizada no extremo sul da península malaia, situada entre a Malásia, com quem faz fronteira ao norte, e Indonésia, ao sul. A superfície total de Cingapura é de 699 km², com 193 km de costa. Cingapura está separada da Indonésia pelo Estreito de Cingapura e da Malásia pelo Estreito de Johor. Está unida à península malaia por duas pontes. A primeira leva à cidad fronteiriça de Johor Bahru, na Malásia. A segunda, mais a oeste, conecta também com Johor Bahru nos bairros da região de Tuas.
 
Arte e cultura
De acordo com sua diversidade cultural, os habitantes de Cingapura reúnem suas celebrações ao redor das principais festividades das respectivas religiões que convivem no país. Os descendentes de chineses são basicamente taoístas ou budistas, embora alguns professem o cristianismo; também são encontrados seguidores das religiões muçulmana e hindu. Existe uma larga tradição de cultivar a ‘ópera chinesa’, uma mistura de diálogos, música, canções e bailes e a cultura teatral proveniente da lendária dinastia Ming. Pelas ruas da cidade normalmente são apresentadas atuações populares, especialmente no Ano Novo Chinês.  O Baile do Leão é um espetáculo singular que combina demonstrações acrobáticas e se desenvolve especialmente durante os festivais chineses tradicionais. Também se cultivam as tradições artísticas malaias e hindus que encontraram melhores formas de expressão depois da recente abertura política.
 
Religião e normas nos templos
As religiões principais são o budismo, o cristianismo, o hinduísmo, o islã e o taoísmo. Locais para a adoração estão abertos os visitantes, contudo, eles devem estar corretamente vestidos e ser respeitosos às cerimônias ou os ritos. Deve-se lembrar que os sapatos não devem ser usados em templos e mesquitas.
 
Tradições e costumes
A principal particularidade de Cingapura reside em seu caráter multiétnico. Cingapura mostrou aos seus vizinhos, os quais consideravam que semelhante diversidade poderia ser um perigo potencial, que estavam errados, já que Cingapura conseguiu se desenvolver em um clima social estável. Essa Cingapura multicultural provavelmente celebra mais eventos que qualquer outra ilha do mundo.
 
Gastronomia
Cingapura é conhecida como a capital gastronômica da Ásia. É possível encontrar uma incrível quantidade de restaurantes que oferecem uma grande variedade de especialidades por preços módicos. Culinária chinesa (cantonesa, hainan, hokkien, sichuan, teochow), peixes e crustáceos, culinária vegetariana, indiana, malaia, indonésia, nyonya, tailandesa, japonesa, coreana, birmana, taiwanesa, italiana, francesa ou ocidental; há para todos os gostos e para todos os bolsos, desde uma simples taberna aos restaurantes mais refinados dos principais hotéis. Mas para degustar uma boa refeição e desfrutar os milhares de sabores asiáticos, não se pode perder o "hawker centre". Os "hawkers" eram outrora mercados ambulantes que vendiam especialidades desde as calçadas, e que contavam com pequenas banquetas e mesas. Nesses centros, um prato único custa entre 3 e 5 SGD.
 
Principais pontos turísticos e curiosidades
É uma metrópole vibrante na qual cerca de três milhões de chineses, malásios, indianos e eurasiáticos vivem e trabalham um ao lado do outro. Esta mescla colorida de culturas, temperada com influências ocidentais, cria uma mistura maravilhosa. A unicidade de cada cultura se celebra aqui de sua própria maneira especial. Visitas recomendadas:
 
Chinatown
É o centro da comunidade chinesa em Cingapura, um legado dos primeiros colonos chineses que habitaram em Cingapura. O bairro chinês de Cingapura surgiu em 1821, quando chegou ao porto o primeiro junco procedente de Xiamen. Os passageiros, todos homens, se estabeleceram na parte sul do rio Cingapura, zona hoje conhecida como Telok Ayer. Como o resto de Cingapura, Chinatown também se destaca pela mistura cultural. Em pouquíssimas cidades se pode ver duas mesquitas árabes e um templo hindu no coração do bairro chinês.
 
Parque de Merlion
Uma das regiões mais bonitas para poder admirar Cingapura em todo seu esplendor é o Parque de Merlion. Neste parque, sob os arranha-céus da baía e junto à margem do mar, é onde se encontra a estátua mais conhecida de Merlion, o símbolo de Cingapura.
 
Clarke Quay
Às margens do rio Cingapura, é uma das regiões mais vivas de Cingapura e nela se encontram dezenas de restaurantes, tendas e locais de diversão noturna. Clarke Quay abrange cinco blocos com casas de antigos armazéns reabilitados. Durante o século XIX, Clarke Quay foi o centro comercial de Cingapura. O melhor horário para visitar Clarke Quay é pela noite, quando as luzes e o ambiente combinam perfeitamente.
 
Boat Quay
É uma das regiões mais conhecidas de Cingapura. Encontra-se na margem sul do rio Cingapura e está repleta de bares e restaurantes. A região de Boat Quay com vistas para o rio é o lugar preferido dos estrangeiros que vivem em Cingapura para jantar e tomar uma bebida. Nesta região estão alguns dos melhores bares, pubs e restaurantes da cidade. Durante o século XIX Boat Quay era o centro financeiro de Cingapura. Costuma-se dizer que em 1960 três quartos das trocas comerciais do país eram realizadas ali.
 
Little India
É um dos bairros mais característicos de Cingapura: o cheiro de incenso e de especiarias, as roupas coloridas, a arquitetura e as lojas são algumas das coisas que o fazem tão especial.
 
Orchard Road
É uma grande avenida arborizada na qual se encontram diversos centros comerciais, os hotéis mais exclusivos e algumas das melhores lojas de Cingapura. O nome da rua vem de uma plantação de orquídeas que havia no lugar até o início do século XX. Devido a diversos desastres naturais, esta plantação desapareceu em menos de um ano. Foi em 1970 quando edifícios de cristal como Plaza Singapur e o hotel Mandarin lançaram as bases do que é hoje Orchard Road: a face mais capitalista de Cingapura.
 
Hotel Raffles
É o melhor expoente da época colonial de Cingapura. A grandiosidade de sua fachada só é comparável ao fascinante interior. Nos pátios interiores do hotel Raffles são encontradas preciosas fontes, luxuosas lojas de moda, bares e restaurantes.
 
Esplanade, Theatres on the Bay
O Teatro Ópera Esplanade (Esplanade - Theatres on the Bay) é um dos ícones de Cingapura. Poderia definir-se como o edifício equivalente à Ópera de Sidney. Quando foi inaugurado em 2002, com um custo de 600 milhões de dólares, o Teatro Esplanade marcou o antes e o depois da arquitetura de Cingapura, até então excessivamente conservadora. O Teatro Esplanade é composto de duas grandes salas: um teatro de 2.000 lugares e uma sala de concertos com 1.600 assentos. Ademais, no recinto há vários estúdios menores, um teatro exterior e um centro comercial. Atualmente, é um dos centros artísticos mais reputados do mundo. É possível ver a programação e comprar as entradas no web site oficial.
 
Ilha Sentosa
Uma ilha paradisíaca é o principal lugar de espairecimento dos cingapurenses. Na pequena ilha são encontradas praias, visitas culturais e diversas atrações. No fim do século XIX, os britânicos fizeram de Sentosa uma fortaleza defensiva. Foi em 1967 que a ilha foi devolvida ao governo e se converteu em um destino de férias. Como curiosidade, Ilha Sentosa é o ponto mais ao sul do continente asiático. Ainda que soe (e seja) excessivamente turístico, não se pode deixar de aproveitar a visita para tirar a típica foto no ponto correspondente.
 
Singapore Flyer
É uma roda-gigante de 165 metros da qual é possível ter as melhores vistas de Cingapura. Seu aspecto é muito similar à London Eye de Londres, mas sua altura é 30 metros maior. A roda-gigante foi aberta ao público no dia 1º de março de 2008, superando em altura à Estrela de Nanchang (na China) por 5 metros. A roda central da Singapur Flyer mede 150 metros de diâmetro e conta com 28 compartimentos para 28 pessoas cada um. Atualmente é a mais alta roda-gigante do mundo. Durante os 30 minutos que dura o passeio é possível ver os principais pontos de interesse de Cingapura e também, se o dia for favorável, países vizinhos como Malásia e Indonésia.
 
Zoológico de Cingapura
É um dos parques zoológicos mais importantes do mundo. Sua variedade de animais e as diversas atividades que organiza causam inveja em outros parques.

Jardim Botânico
Com uma extensão de 54 hectares, o jardim conta com mais de 500.000 espécies de plantas, incluindo um pavilhão de orquídeas com mais de 2.000 variedades, incluindo a flor nacional de Cingapura, a Vanda Joaquin.
 
 

          

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Safari noturno
É uma das principais atrações da cidade e sua inauguração em 1994, foi o início de um novo tipo de parque zoológico. O Safári Noturno não é simplesmente um zoológico iluminado nem uma versão das zonas noturnas de parques como Faunia. O Safári Noturno de Cingapura é um ambiente natural de 40 hectares que oferece ao visitante a possibilidade de ver a fauna selvagem da selva tropical ao anoitecer. A visita se realiza parte a pé e parte em bonde, ao estilo de "Jurassic Park". Além do passeio pelos animais, há vários espetáculos que merece a pena ver, em especial, "Criaturas da noite".
 
MALÁSIA
Nos bosques mais antigos da terra brotou uma nação em expansão. Da selva de Borneo até os arranha-céus de Kuala Lumpur, a Malásia penetra pelos cinco sentidos com o aroma das velhas colônias, o sabor dos temperos, o toque oriental, os sons da selva e as cores de dois mares. Quem conhece este país, afirma diz sem hesitar que "só a Malasia tem tudo". A Malásia possui aldeias pitorescas de pescadores, montanhas que guardam tradições milenares, abundantes e impenetráveis bosques tropicais e quilômetros de praias virgens de areias finas e brancas.
 
Documentação necessária:  Os brasileiros não precisam de visto para entrar na Malásia. O passaporte precisa ter validade mínima de 6 meses.

Geografia
Malásia está situada no coração do sudeste asiático. Ao norte do país estão Myanmar, Tailândia, Laos, Camboja e Vietnã. Ao sul se encontra Cingapura e Indonésia e a leste as Ilhas Filipinas.
 
Arte e cultura
A Malásia é uma sociedade com múltiplas etnias, cultura. A maior tribo indígena não malaia é a Iban de Sarawak, com 600.000 membros. Por sua parte, os bidayuh somam uns 170.000, também em Sarawak. Em Sabah se encontram os kadazan, que são na sua maioria cristãos e agricultores, provavelmente devido à influencia hispano-filipina, algumas pequenas comunidades de Sabah têm o chabacano de Zamboanga como língua de uso de comum.
 
A formação instrumental característica destas culturas é o ‘gamelán’ (‘golpear’). Se trata de uma orquestra de até trinta músicos. Os instrumentos utilizados são metalofones, xilofones, tambores e gongos. Esta orquestra produz estruturas sonoras de grande delicadeza e vigor simultaneamente sobre um tema simples.
 
O Wayang Kulit é o teatro de sombras malaio. Não se conhece realmente sua origem. É feito sobre uma tela branca esticada. As marionetes são colocadas diante de uma luz que permite projetar suas sombras na tela. Os fantoches são fabricados com pele de búfalo seca.
 
Na Malásia, é muito frequente a prática da pipa, chamada "wau". As fabricadas na costa são célebres por seus adornos preciosos. Podem adotar diferentes formas, sendo a mais conhecida o peixe lua ("moon kite").
 
Religião
Malásia é uma sociedade de várias religiões em que o islã é a religião oficial. Segundo o censo de 2000 cerca de 60,4 % da população pratica o islã, 19,2 % o budismo, o 9,1 % o cristianismo, 6,3 % o hinduísmo e 2,6 % a religião tradicional chinesa. A fração restante correspondeu a crenças como o animismo, as religiões tradicionais, o sikhismo e outras crenças, enquanto que 1,1% declarou não pertencer a nenhuma religião ou não respondeu à pergunta.
 
Tradições e costumes
O Festival Floral é um desfile que tem lugar cada ano no mês de janeiro desde 1991. Os malaios criam para a ocasião belíssimas carroças com flores frescas. É possível ver uma incrível quantidade de flores diferentes: buganvílias, crisântemos, narcisos, aves do paraíso...
 
Thaipusam é uma festa hindu que tem lugar nas grutas de Batu. Se trata de um ato no qual milhares de peregrinos vindos de numerosos países cumprem ritos de penitência. Em Batu Caves se encontra a catedral das grutas a céu aberto: Templo Sri Subramaniam Swamy. Para chegar nele é preciso subir 272 degraus. Se forma um cortejo que sai de Kuala Lumpur até o templo Sri Maha Mariamman. Os penitentes iniciam então uma autêntica procissão de 18 km até Batu Caves.
 
Gastronomia
Os malaios desenvolveram um modelo culinário que combina sabores chineses, indianos, e do Oriente Médio. Na cozinha malaia há numerosas especiarias, como gengibre, açafrão da india, cúrcuma, cominho, pimenta e curry. A base dos pratos malaios é o arroz. É cozinhado de diferentes formas: fervido com vapor, frito, cozido natural ou acompanhado de leite de coco, especiarias e ervas. São feitos frequentemente na forma de pastéis de arroz ou de lemang (arroz viscoso cozido com carvão de madeira em um tubo de bambu vazio, acompanhado com folhas amarelas de bananeira). O arroz é servido com verdura, carne ou peixe.
 
A cozinha nyonya procede de uma mistura entre os primeiros imigrantes chineses e os malaios locais no estado de Malacca e de Penang. Combina os ingredientes chineses tradicionais com as especiarias malaias: pimenta guindilla, belacan (pasta fermentada de camarão), citronela e açafrão da Índia. Os pratos típicos são o assam, curry, fishy o otak-otak (peixe cozido no vapor com leite de coco e pasta de guindilla envolto em folha de banana).
 
Cada região possui suas próprias especialidades que combinam guindilla, citronela, pandanus, tamarindo, gengibre, cúrcuma, e muitas outras...
 
Principais cidades
Kuala Lumpur
Está repleta de tesouros culturais e merece o interesse por seu descobrimento. A cidade, mistura da arquitetura contemporânea e a influência colonial, oscila entre o passado e o futuro. Merece uma visita.
 
Johor
É o único estado da Malásia que tem costa tanto a leste como a oeste. A capital é Johor Bharu, localizada na entrada sul da Península da Malásia e comunicada por uma rodovia com Cingapura.
 
Malacca
Sem dúvida é uma das poucas cidades malaias que concentram, em boa medida, a história deste país. Viu, ao longo do tempo, o auge e a queda dos grandes impérios que se esforçavam para conquistar um lugar na região. Este importante porto, até o século XIX, foi governado pelo Sultanato Malaio, por portugueses, holandeses e britânicos, deixando atrás de si uma riqueza evidente que é percebida em suas  construções, nas ruas estreitas e na rica mistura de pessoas.
 
Penang
A ilha de Penang é o mais antigo assentamento britânico na península malaia, anterior a Cingapura e Malacca. A capital da ilha é a cidade de Georgetown, que tem seu centro em Komtar, um complexo de construções, como se de fosse outra cidade, onde se pode fazer compras, ir ao cinema, comer ou simplesmente caminhar.
 
Sarawak
É o maior estado da Malásia e se encontra nos territórios da Ilha de Borneo. Na antiguidade foi uma província do sultanato de Brunei, mas, como seu nome indica, foi doado a James Brooke, como pagamento por silenciar as rebeliões que aconteciam naqueles territórios.
 
Kuching, sua capital, que significa gato em malaio, foi o centro da dinastia do Rajá Branco. Pode-se visitar o Forte Margherita, construído em 1879 para defesa da cidade, restaurado recentemente. Abriga o Museu da Polícia, que conta com interessantes objetos relacionados com o ópio, os jogos ilegais e algumas relíquias. Vale a pena ver o Templo de Tua Pek Kong, o mais antigo da cidade (1876), cuja construção marcou o firme assentamento da comunidade chinesa em Sarawak, formado naquela época por um pequeno núcleo de imigrantes que James Brooke havia levado consigo em 1839.
 
As Cavernas de Niah, uma das maiores do mundo, constituem o coração do Parque Nacional de Niah, no meio do caminho entre Bintulu y Miri. A caverna é a fonte de um famoso manjar chinês: a sopa de ninho de pássaro. Inúmeras pequenas andorinhas constroem seus ninhos neste lugar e todas as noites oferecem um grande espetáculo no momento de entrar na caverna, ao mesmo tempo em que os morcegos saem.
 
Sabah
Encontra-se abaixo da zona dos tufões. Sabah aparece como um território montanhoso com espessa selva tropical úmida. Encontra-se no extremo norte de Borneo e muito próximo a Filipinas.
 
Kota Kinabalu, a capital, é a entrada oriental de Malásia, com conexões diretas a Borneo, Hong Kong, Filipinas, Coréia do Sul, Jacarta e Taiwan. Muito próximo, o Parque Nacional de Kinabalu, que abriga a montanha mais alta de toda a Malásia, o Kinabalu (4,101 m.). A região é o lugar favorito de escaladores e estudiosos de orquídeas, pássaros e mariposas, graças a sua abundante fauna e flora. Do alto, se tem uma bela vista, inclusive da costa norte.

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