INFORME FUI

 

BUDAPESTE


Se você chegar a Budapeste no verão pode levar um susto. Calor forte, praças e gramados lotados de gente, e qualquer lâmina de água servindo para refrescar. O figurino são shorts, chinelo e camiseta. As vezes sem elas também. Quiosques e improvisados pontos de venda, vendem cerveja a rodo.

Nas ruas, bicicletas, patinetes, patins, e as inevitáveis segways. No ar, sai Liszt e entra uma música descontraída. Enfim, um clima de balneário.

Bem diferente da cidade que conheci no inverno há muitos anos atrás. Havia uma austeridade que quase não percebo agora.  Vejo uma Budapeste solar, animada, alguns momentos até demais!

A cidade é conhecida por seus banhos termais, porem com os termômetros batendo os 40º, quem se atreve?

Essa cidade dividida pelo Rio Danúbio, porem unida por belas pontes, oferece momentos bem diferentes. Um deles é da própria arquitetura urbana.

Você poderá se distrair bastante só em apreciar os elementos decorativos das construções na sua maioria, do século XVIII e XIX.

Os prédios governamentais são imponentes, assim como igrejas e a deslumbrante Basílica de São Estevão.

E ainda você vai poder ver e até mesmo visitar, a maior sinagoga da Europa.

Caminhar e por vezes até se “perder” quando se quer conhecer uma cidade é imprescindível, mas esteja atento por aqui. Os quarteirões podem ser muito grandes e as vezes são diagonais de forma que é fácil digamos, se desnortear. Algumas avenidas também são imensas, o que torna bom avaliar o tempo que dispomos para melhor planejar-nos.

Um assim núcleo de visitação, é o que engloba a área da Praça dos Heróis. A praça, emblemática, fincada com o arcanjo Gabriel bem no meio lá no alto, é cercada de museus. Visitei o Mucsarnok de arte contemporânea, muito bom e ótima oportunidade de conhecer obras de artistas húngaros. Em frente há o Museu “Fine Arts”. Infelizmente estava em obras.

Se estiver pelas redondezas na hora do almoço, recomendo o restaurante Városliget Café, que além de uma bonita vista tem uma comida saborosa e um ar condicionado potente!

Do outro lado do lago, sim, há um lago com pedalinhos que no inverno dão passo aos patins de gelo, está um complexo que reúne uma igreja, a Jáki Kápolna e o Museu Magyar Mezogazdasagi no Castelo Vajdahunyad. O interior em si é muito interessante, mas a coleção se refere a área agrícola e de caça. Há uma sala que imagino ter uma centena de cabeças de servos e alguns bichos empalhados, algo que não tenho a menor simpatia ...talvez com crianças faça sucesso. Porém vale lembrar que esse museu é o maior da Europa em sua categoria. Uma curiosidade que poucos sabem é que tanto a igreja como o castelo foram construídos no final do sec. XIX para uma comemoração do Estado Húngaro, e são colagens de vários estilos e construções já existentes.





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Fotos: Angela Güzey
  
Toda essa parte da qual estou falando está situada em um grande parque. É uma área cheia de outras atrações e excelente para passear.

Para experimentar os ares da antiga nobreza e da burguesia do início do século XX sugiro uma ida ao luxuoso Café New York. Um lugar deslumbrante que faz parte do roteiro de Budapeste.

Se quiser ao invés, um restaurante despojado mas com muito boa comida italiana (sim, os húngaros também adoram uma boa “pasta”), na rua Dohány, 40 tem o Il Terzo Cerchio. Come-se muito bem. Essa rua está quase em frente ao Café New York, assim como também é a rua da Grande Sinagoga, Nagy Zsinagoga.

Atravesse a pé a ponte mais famosa da cidade, a Ponte das Correntes, ou Lanchid em húngaro, uma bela ponte pênsil que levará você até o lado de Buda, não sem antes proporcionar uma paisagem fantástica. Encontrei bem no meio da travessia toda a beleza e imponência do lugar, ali não separada, mas unida pelo rio mais icônico da região. O “peso” do império austríaco pode ser sentido bem ali.

Do lado Buda, a subida ao Castelo de Buda pode ser feita por um funicular. É uma bela maneira já que Siklo é do ano 1870 e servia no passado para funcionários do governo ascenderem ao palácio. Hoje é puramente turístico, e embora seja uma subida rápida, vale a pena pela originalidade. Não há nenhuma espécie de abrigo para as filas que se formam, portanto leve algo para se proteger seja lá que temperatura estiver.

No Castelo Real, está um importante museu de arte magyar, a Nemzeti Galeria. Um acervo rico e grande. Se desejar fotografar, não se esqueça de pagar pelo adesivo que lhe dará esse direito.

Atrás do castelo há uma fonte belíssima, aliás toda o complexo oferece lindas estampas e uma caminhada muito agradável.

Há muito o que conhecer em Budapeste, porém as vezes uma dica simples pode ajudar na empreitada: a Hungria é o único lugar do mundo que conheço em que a tampa azul das garrafas de água mineral, significa que a água é gasosa. A de tampa rosa é sem gás!

ANGELA  GÜZEY - é psicóloga por vocação, e viajante e fotógrafa por paixão -







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