INFORME FUI

 

VARSÓVIA


Cheguei à capital da Polônia de trem, muito bom por sinal, em um domingo. Conto isso porque teve relação no impacto que levei ao chegar. A estação ferroviária de Varsóvia está no centro financeiro da cidade. Arranha céus com letreiros de grandes companhias estrangeiras e prédios de arquitetura arrojada, apontam desafiantes para o céu.

Porem o mais impressionante foi o edifício Palácio da Cultura e Ciência. Com mais de 40 andares, construído por ordens de Stalin, não houve como desviar o olhar daquela imensa estrutura por um bom tempo. Mais tarde fiquei sabendo dos sentimentos contraditórios dos poloneses em relação ao edifício.

Por ser domingo, algumas ruas estavam interditadas aos carros e abertas ao vai e vem do grande público. Depois de passar por uma imensa loja de uma marca luxuosa internacional, cheguei a uma rua bem movimentada, cercada de restaurantes, lojas (é bom que se diga abertas) e cafés, onde acontecia um desfile de moda.

Na passarela modelos vestiam uma coleção em que as transparências revelavam que minha idéia de Varsóvia estava dissonante e equivocada.

A cidade além de ter todos os encantos de um lugar com boa estrutura de museus, monumentos, parques incríveis, comercio variado e ampla oferta gastronômica, conta sua historia com maestria e mostra ao visitante o real significado de reconstrução de uma nação e resiliência de um povo. Nunca imaginei que um país que tivesse passado pelo que passou, pudesse atestar tamanha exuberância.

As opções do que ver e fazer são muitas e de qualidade. Mas um começo interessante será pelo Centro Antigo. Melhor que comece com uma aproximação desde a Krakowskie Przedmiescie. Assim você também se aproxima das palavras cheias de vogais...

Nessa rua larga e espaçosa estão varias igrejas importantes, o Palácio Presidencial, e ao final a Praça do Castelo com a coluna em homenagem ao Rei Sigismundo III, e onde está o Castelo Real que foi residência dos reis poloneses. 

É possível visitá-lo. Mas algo bizarro me aconteceu: me impediram de entrar com o casaco que vestia. Não houve jeito e sem o casaco e com a explicação que não iria precisar dele (?) segui em frente. Portanto fotos sem flash e nada de casacos!

Aí começa a parte da Old Town, patrimônio mundial pela UNESCO. É uma parte muito turística e reúne muitas coisas a serem vistas como a linda praça central onde está um símbolo de Varsóvia que é uma sereia. Lembrei-me de outra cidade a qual uma sereia também é importante. Mas essa de Varsóvia é definitivamente mais bonita.

Outro símbolo e esse sim muito importante, está mais difícil de localizar. É a estatua do Pequeno Insurgente, uma homenagem as crianças que resistiram à ocupação nazista. Você poderá vê-la na parte externa encostada ao muro que rodeia a parte antiga. Assim como ela, vários monumentos estão relacionados a esse dramático período histórico. Mas em todos eles estão os signos de luta, força e coragem, como o grande monumento do Levante de Varsóvia.








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Fotos: Angela Güzey
  
Os parques me encantaram particularmente pelo quanto são extensos e bem cuidados. O Parque Lazienki é um parque criado no século XVII, imenso e uma delicia de ser percorrido.

Lá está um monumento à Chopin, uma área inteira destinada ao compositor (há um museu dedicado à ele em outra parte da cidade) e varias outras atrações. Entre elas o Palácio na Ilha cercado de lagos e jardins muito agradáveis, e está aberto à visitações. O palácio tem esse nome porque está construído numa ilha artificial que divide o lago em dois. Há barquinhos bem originais conduzidos por uma espécie de gondoleiro para navegar pelo entorno. Muito simpático.

Aos que querem “economizar” pernas e especialmente joelhos, aviso que a área onde está o monumento à Chopin fica mais alta que o resto do parque. Há uma entrada para parque justo neste ponto (ao lado do Palácio Presidencial). Portanto é mais confortável começar seu passeio por lá.

Se desejar ir as compras, há o Zlote um grande e moderno shopping ao lado da estação de trens. Fica aberto todos os dias inclusive aos domingos. Você encontra todas as marcas européias e outras mais. O shopping tem o mesmo nome da moeda do país. Muito adequado... Aliás, casas de câmbio prosperam por toda a parte.

Algo que me chamou a atenção foi o quanto os poloneses em geral apreciam os doces. Há em todo país muitas docerias, sorveterias e lugares que vendem waffles cobertos de creme. Para os apreciadores, fica a dica. Para os mais voltados à refeições consistentes e bem elaboradas, sugiro o Focaccia de comida italiana. Fica relativamente perto da Coluna de Sigismundo III, um epicentro turístico, mas ao mesmo tempo está numa área mais tranqüila e afastada, precisamente na rua Senatorska 13, perto do Opera House. Muito bom para uma parada mais demorada, para tomar um bom vinho e pensar como foi bom conhecer Varsóvia!

Mais que outras cidades da Polônia, Varsóvia me ensinou muito. Me contou do seu passado, mais falou do presente e como esta voltada para o futuro das novas gerações, construindo com afinco e determinação um mundo melhor.

ANGELA  GÜZEY - é psicóloga por vocação, e viajante e fotógrafa por paixão -
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