INFORME FUI 

SALAMANCA


A Espanha é um país rico em história, arquitetura, gastronomia... e como se não fosse o suficiente, as paisagens costumam ser de tirar o folego.

Mesmo com uma expectativa alta, gerada por tudo que tinha lido e ouvido sobre Salamanca, a cidade soube se superar.

Com um centro histórico declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, serão poucos os momentos em que você poderá se “desligar”. A todo instante o olhar se deslumbra com uma igreja, um prédio, uma praça, uma ponte... um detalhe que seja.

Há pouca distância de Madri, cerca de 220 km, você pode optar por ir de carro, ônibus, ou o que sempre me atrai mais como escolha, o trem. Por trem, quando chegar a Salamanca, atravesse a rua e tome um ônibus, em direção ao centro.

Um belo e emblemático “começo de namoro” com a cidade, será pela sua Plaza Mayor.

Quem conhece a de Madri, logo fará comparações e decidirá por qual seu coração se inclina...

Em tons dourados, graças ao material usado em sua construção, a praça é esplendorosa. Atente para os detalhes de decoração. Se o tempo permitir, em ambos os sentidos, sente em um dos muitos cafés e observe o passado e o futuro se mesclando lindamente na sua frente!

Aproveite a Oficina de Turismo que está localizada ali para pegar mapas e alguma que outra informação. E vamos em frente!

Salamanca possui uma das mais emblemáticas universidades. Do chamado mundo hispânico e da própria Espanha, é a mais antiga universidade. Uma instituição de ensino medieval. É possível visita-la. Quando fui, a entrada estava vinculada a ter que assistir uma aula Magna em um determinado horário. De modo que não foi possível conhecê-la.

O Convento e a Igreja de San Esteban estão intimamente ligados a história da universidade, das ordens religiosas na América e hoje, é uma visita imprescindível. Espelhos espalhados estrategicamente pela igreja, revelam toda a beleza do lugar.

Já a Catedral de Salamanca, lhe reserva uma dupla surpresa. A Catedral Nova, de meados do século XVI, é de uma grandiosidade, como aliás todas as principais catedrais espanholas. Uma série de capelas em seu interior  se sucedem exibindo beleza e devoção.  Até que uma porta (do tempo com certeza!), o leva a Catedral Velha do século XII. O conjunto formado pela integração de ambas catedrais, são um tesouro. 



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Fotos: Angela Güzey
  
Uma lufada de arte litúrgica, onde a expressão do Homem encontra o que é divino, tornando sua visita absolutamente inesquecível!

Hora de alimentar o corpo. Confesso que não esperava uma oferta tão grande de lugares de características “gourmet”, com uma comida requintada. Claro que a cidade oferece opções para todos os bolsos. Lembre-se que é uma cidade universitária. Você pode ficar só nos “pinchos”, provando o que há de melhor na região. Mas pode também eleger menus mais elaborados e se dedicando a degustação dos fantásticos vinhos de Castilla y Leon.

Tive a sorte de passar pela Calle San Pablo e me deparar com o restaurante “La Hoja 21”. Tudo ali me remeteu a qualidade e eficiência. Mesas bem montadas, equipe afiada e comida saborosíssima.

Depois do almoço, um passeio pela Ponte Romana do século I que cruza o Rio Tormes.

A vista da cidade por esse ponto é linda. Quanto mais se caminha pela larga ponte, mais torres, mais cúpulas, mais belezas se juntam!

A essa altura, a vontade de voltar a Salamanca já era enorme e certa... a visita de um dia se mostrava tão curta e incompleta!

Faltavam o Museu de Arte Nouveau, a Casa das Conchas, uma volta pelo comércio da Calle Toro, os jardins em estilo mouro...
Salamanca, me prometo, até breve!

ANGELA  GÜZEY - é psicóloga por vocação, e viajante e fotógrafa por paixão -



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