INFORME FUI

 

DRESDEN

 

Sempre que me exaspero com o descaso no que diz respeito à conservação dos bens públicos de certas cidades, logo me vem a imagem da Europa pós guerra. É impressionante o que aconteceu com lugares como Dresden na Alemanha, que foram quase que totalmente dizimados e que hoje esbanjam um patrimônio impecável e radiante.

O rio Elba que corta a cidade, também a divide em duas metades sendo a Altstadt a parte antiga onde estão os pontos de maior interesse turístico. Dali, do centro da ampla Praça Neumarkt você pode dar inicio ao conhecimento de Dresden.

A Frauenkirche, a igreja protestante de Nossa Senhora, domina esse grande espaço. Vale a pena procurar na internet fotos históricas dos danos causados pelo bombardeio de 1945, e poder contrastá-las com o panorama atual. O que se vê é um belo trabalho de reconstrução e de muita dedicação. Fique atento para a porta de entrada. São sete no total, mas em geral o acesso ao interior se dá pela porta que tem a letra “D” em cima.

Esse ponto da cidade é cercado de restaurantes, cafés, lojas, hotéis e museus. É muito agradável sentar para tomar ou comer algo, e ficar admirando o movimento local.

No Palácio Real estão coleções de arte absolutamente imprescindíveis de serem visitadas. A Green Vault e a Turkish Chamber marcam pela suntuosidade e beleza. A primeira oferece uma visão deslumbrante de objetos e jóias que pertenceram a Augusto, o Forte, um homem apaixonado pelas artes. A segunda, uma exposição dos tesouros do Império Otomano. Apenas vi algo semelhante na Turquia. Há em uma das salas, uma imensa tenda otomana dramaticamente iluminada, na qual se pode entrar, e assim apreciar de perto os bordados em ouro e seda, e experimentar estar sob o mesmo “teto” dos sultões da época...! Pena não ser possível fotografias nos museus. Aliás, na Alemanha há bastante restrição quanto ao uso de máquinas fotográficas e filmadoras em recintos fechados. Até mesmo quando é permitido fazer imagens, algumas vezes é necessário preencher um termo a não utilizá-las comercialmente. Portanto, fique atento a essas regras para não ser pego de surpresa ou se aborrecer.

Ainda sobre o Palácio Real, Residenzschloss, (vá se acostumando com os termos mais relevantes para o turismo: schloss é palácio, brücke é ponte, strasse é rua e por aí vai), na rua atrás, precisamente na Augustusstrasse, está o impressionante painel composto de 24 mil azulejos de porcelana retratando um cortejo de nobres. Algo belíssimo!


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Fotos: Angela Güzey

  

Para expandir seu olhar depois de ver de perto tantos tesouros artísticos, vá até o Brühlsche Terrace, que é um terraço elevado à beira do Rio Elba. Dali se vê a outra parte de Dresden, a Neustadt. No rio, um vai e vem de embarcações, charmosos “vapores”, inclusive os que fazem passeios pelo chamado Vale do Elba. Você pode acessar essa parte baixa pela passagem Brühlsche Gasse.

Bem a frente da Catedral SS Trinitatis (da Santíssima Trindade), está uma das pontes que cruzam o rio em direção a Neustadt. Sugiro que você cruze a ponte Augustus, Augustusbrücke, e se aproxime da parte menos turística da cidade. Aliás, isso pode tanto ser feito a pé ou pegando um dos simpáticos trens urbanos. O nº1, por exemplo. Além da vista espetacular que o “outro lado” oferece, logo de cara, a estátua dourada de Augusto II, seguida do imponente Ministério das Finanças, com um frontão de mosaico. Se estiver no trem, deixe-o levar para dentro dos bairros para observar a arquitetura barroca dos prédios, cruzar com igrejas e palácios e fazer novas descobertas culturais e gastronômicas próxima a Königstrasse.

Voltando a Austadt, descubra o Zwinger, senão a maior, a principal atração da cidade pelo seu conjunto.

Dresden é um lugar para ser absorvido sem pressa. O “ar” está repleto de música e a cidade é cheia de beleza. O olhar é tomado tanto por grandes e impactantes obras de arte, quanto discretos e elegantes detalhes. Não perca nada!

ANGELA  GÜZEY - é psicóloga por vocação, e viajante e fotógrafa por paixão -

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